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02 de Maio, 2017

Após greve geral, trabalhadores prometem levar luta para o Senado

Na comemoração do Dia do Trabalhador, representantes das principais centrais sindicais do Brasil disseram nesta segunda-feira (1º) que, após o sucesso da greve geral na última sexta-feira (28), que, nesta semana, a luta contra as reformas trabalhista e da Previdência sairá das ruas para ir até o Senado.

Antes de ato político de 1º de maio em São Paulo, o presidente da CUT, Vagner Freitas, disse que as centrais sindicais irão nesta terça-feira (2) a Brasilia conversar com o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), líder de seu partido no Senado, e com a bancada da legenda na Casa, para discutir mudanças na reforma trabalhista. “Está claro que a opinião publica é contra essas reformas”, afirmou.

Para Vagner, deputados e senadores têm a opção de ouvir a opinão pública, ou politicamente morrer abraçados com o atual governo federal. “O Temer não tem compromisso com a popularidade porque tem prazo de validade. Deputados e senadores que querem continuar em Brasília vão ter de ter o voto popular”, completou.

Segundo o presidente da CUT, o ato de hoje é uma continuidade da greve geral em todo o país. “Ficou claro que o Brasil é contra as reformas propostas pelo Temer. Pesquisas como Datafolha e Ibope confirmam o que disse a (pesquisa) Vox Populi/CUT: é o presidente mais impopular da história do Brasil. Não tem legitimidade, nem credibilidade. Ele não tem mais condições de ser o presidente”, acrescentou, manifestando-se a favor de eleições diretas já para reformular o Congresso Nacional.

Sobre a continuidade da luta popular contra as reformas estruturantes propostas pelo governo, Vagner afirmou que, se for necessário, as centrais sindicais e os movimentos populares vão promover uma “ocupação de Brasília” ou uma nova greve geral.

Fonte: Portal CTB

 

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