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30 de Agosto, 2016

Centrais sindicais levam ao TRT preocupações com negociações coletivas

  A pedido da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB-RS), as centrais sindicais (CUT, UGT e NCST)  se reuniram, nesta quarta-feira (10/8), com o vice-presidente do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-RS), João Pedro Silvestrin, que também é responsável pela seção de dissídios coletivos, para expor preocupação com as negociações coletivas em que os empresários não querem repassar nem a reposição da inflação nos reajustes salariais. Além dos dirigentes, também participou da reunião o diretor-técnico do Dieese, Ricardo Franzoi.

A preocupação dos dirigentes se dá no tocante à intransigência das entidades patronais, que mesmo após terem feito os ajustes necessários, com a diminuição do quadro de funcionários e com a substituição de salários mais elevados por menores, se negam a repassar a inflação oficial aos ganhos do trabalhador.

 

“Não repassar ao menos a inflação é um desrespeito com o trabalhador e um despropósito com a economia. A classe trabalhadora gasta seu salário predominantemente em cesta básica, a qual teve um reajuste de 15% contra uma inflação oficial de 9,55%. Isto enfraquece o poder de compra da sociedade e diminui o mercado consumidor. Todos perdem. Procuramos o TRT a fim de buscar uma solução para esse impasse, que se multiplica nas mesas de negociação diante da intransigência patronal”, defendeu o presidente da CTB-RS, Guiomar Vidor.

 

O vice-presidente do TRT-rs, João Pedro Silvestrin, afirmou aos representantes das centrais que o objetivo do Tribunal é o de buscar a composição entre as partes e de acelerar os processos de julgamento, tendo-se em conta minimizar os prejuízos dos trabalhadores. 

A CTB já agendou reunião, para a semana que vem, com o Ministério Público do Trabalho para dar continuidade ao debate.

 Fonte: CTB

 

 

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