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08 de Dezembro, 2015

Movimentos sociais dicutem estratégias contra o Impedimento de Dilma

 Reunidas nesta segunda-feira (7/12) no Sindicato dos Engenheiros, em São Paulo, lideranças de movimentos sociais, partidários e de centrais sindicais realizaram uma plenária organizativa em defesa da democracia e contra o golpe.

O encontro teve a participação do ex-presidente Lula, e contou ainda com os presidentes da CTB, Adilson Araújo, da CUT, Vagner Freitas, da UNE, Carina Vitral e do PT, Ruy Falcão. Representantes do PcdoB (Renato Rabelo), do PDT (Luis Antonio Medeiros), do PCO, do PSD, da Central de Movimentos Populares, do Movimento Nacional de Luta pela Moradia, da Unegro, e do MTST, entre outros, também marcaram presença. 

Cerca de 500 pessoas lotaram o auditório e, em todos os breves discursos que antecederam a fala de Lula, acima de toda e qualquer divergência estava a convicção de que é necessário unidade e mobilização geral contra o impeachment da presidenta Dilma Rousseff e pela defesa da democracia brasileira. 

"Nunca foi tão clara a importância que tem a unidade da classe trabalhadora para enfrentar este cerco que se impõe à democracia e a um legado de conquistas promovidas nos últimos 12 anos", afirmou Adilson Araújo.

Carina Vitral citou o movimento da ocupação das escolas pelos estudantes secundaristas em São Paulo como exemplo e inspiração à mobilização contra o impeachment. "O movimento provou que ninguém é invencível. O Alckmin, o Cunha e a direita não são invencíveis", disse Carina.

O presidente nacional do PT, Ruy Falcão, ressaltou a importância em acompanhar as ações no Congresso e o desenrolar das votações dos partidos e lideranças e de se construir uma coalizão nacional contra o golpe, já que a correlação de forças ainda é desfavorável.

 Fonte: CTB

 

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