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24 de Outubro, 2016

Na campanha Outubro Rosa Novembro Azul biomédica alerta para cuidados com a saúde do homem e da mulher

Na etapa da campanha de Caxias do Sul da campanha Outubro Rosa Novembro Azul – CUIDANDO DE QUEM CUIDA E CUIDA MELOR DO OUTRO QUEM CUIDA MELHOR DE SI -, duas palestras mobilizaram os profissionais do setor.

O encontro, promovido pela Feessers e Sindisaúde Caxias, com apoio do Coren/ RS e Sergs, foi realizado na sexta-feira (21/10) na sede do sindicato.

 A biomédica Fabiane Horbach Rubin falou sobre os cuidados que homens e mulheres devem ter com a saúde, especialmente em relação a ocorrência de câncer de mama e câncer de próstata. A biomédica alertou para dados de estimativas sobre a doença que preocupam cada vez mais.

No caso dos homens os dados indicam que até o final de 2016 devem surgir 61.200 novos casos de câncer de próstata. Esses números correspondem a um risco estimado de 61.80 novos casos da doença a cada 100 homens.

O câncer de mama aparece em segundo lugar com 57.960 casos da doença, representando um risco estimado de 56,20 casos para cada 100 mil mulheres.

Para Fabiane Rubin, os dados apresentados nas pesquisas indicam que as pessoas, especialmente as mulheres, estão deixando de lado os cuidados com a própria saúde. “As mulheres, devido ao acumulo de funções, obrigações com o trabalho, com o lar e com a família, esquecem de cuidar do próprio corpo. Isso é importante, mas as mulheres precisam dedicar tempo para cuidar da sua própria saúde”, afirmou a especialista.

Sobre a incidência do câncer de próstata, Fabiane Rubin destacou o a forma como boa parte dos homens trata da questão. “Muitos não procuram atendimento medico por conta de vergonha em fazer o exame de toque”, observou, a médica, lembrando, mais uma vez, o papel da mulher que se responsabiliza por marcar a consulta para o esposo ir ao médico.

Fabiane Rubin reiterou as recomendações já conhecidas para prevenir a doença ou minimizar as conseqüências. “É de fundamental importância para homens e mulheres, fazer os exames de rotina” afirmou ela, destacando que as chances de cura aumentam em cerca de 95%, caso a doença seja diagnosticada no início.

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