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30 de Novembro, 2015

Sindisaúde - Ceará denuncia assédio moral no Cerest

 Um prédio histórico precisando de reparos, uma gestão precária também precisando de mudanças. Esse é o cenário do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) que realiza o trabalho de treinamento de pessoal e fiscalização das doenças relacionadas ao ambiente de trabalho, no estado do Ceará.

Desde que a instituição ficou sem gestor, após a mudança de governo, o diretor técnico do Cerest, Raimundo Queiroz Filho, assumiu extraoficialmente o comando da instituição, promovendo assédio moral contra colegas. É o caso da técnica de enfermagem Maria de Oliveira Alves, servidora que atua há cerca de 8 anos no Cerest, hoje na função de secretária executiva do Conselho Gestor.

O assédio, segundo denúncia, tem se agravado há pelo menos seis meses, com ações que tem dificultado a realização do trabalho. É a falta de material e equipamentos essenciais e a mudança de sala sem aviso, com perda e desorganização de documentos.

Além de Maria, também vem sofrendo o assédio os servidores Paulo Marcelo Barrocas, da biblioteca, e Joseleda de Almeida Rocha, do setor de pessoal. Os três foram comunicados de que estariam sendo devolvidos à Secretaria da Saúde na semana do Servidor Público, ou seja, estariam sendo afastados do Enquanto o processo tramita, o Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde no Ceará (Sindsaúde-CE) já está adotando medidas para tentar resolver a questão. Um ofício foi encaminhado à Coordenadoria de Gestão do Trabalho e da Educação em Saúde da SESA, informando sobre o que está acontecendo e solicitando providências.

Enquanto o processo tramita, o Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde no Ceará (Sindsaúde-CE) já está adotando medidas para tentar resolver a questão. Um ofício foi encaminhado à Coordenadoria de Gestão do Trabalho e da Educação em Saúde da SESA, informando sobre o que está acontecendo e solicitando providências. A assessoria jurídica do Sindsaúde-CE concluiu que os atos praticados pelo gestor do Cerest configuram assédio moral, nos termos do art. 2º, Lei Estadual Nº 15.036/2011, podendo ensejar a aplicação das penalidades previstas no art. 9º, da Lei Estadual Nº 15.036/2011, que podem ser advertência, suspensão, demissão, destituição do cargo de confiança ou função e multa.

 Fonte: Portal CTB

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