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23 de Novembro, 2015

Ortopedistas lançam campanha para reduzir acidentes envolvendo ciclistas

 

 A Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (Sbot) lançou a campanha Bicicleta Segura, que ocorrerá em todo o país nos meses de novembro e dezembro. O objetivo é reduzir os acidentes envolvendo bicicletas, principalmente nas grandes cidades, e conscientizar a população para a importância de valorizar a vida com um trânsito mais humano.

A ação Bicicleta Segura envolverá a distribuição de folhetos educativos em semáforos e locais de grande circulação de pessoas nas principais cidades. O conteúdo de toda a campanha destaca a importância dos itens de segurança, como a utilização de capacetes, cotoveleiras e joelheiras, e que o ciclista precisa respeitar as leis e os regulamentos, como sinalizar ao mudar de direção, não andar na contramão e jamais utilizar as calçadas.

“O ciclista deve estar consciente, andar protegido, respeitar as regras e evitar andar nas calçadas. O ciclista pode ser vítima ou causador de um acidente envolvendo um pedestre. Se quiser passar pela calçada desmonte e leve a bicicleta andando. Dessa forma o ciclista passa a ter os mesmos direitos e deveres dos pedestres”, diz o presidente da Sbot, Marco Antônio Percope.

Dados da Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo revelaram que o número ciclistas mortos no trânsito se manteve estável nos últimos cinco anos. “Não existem estatísticas nacionais, mas a Sbot estima que no país este número deva estar em torno de 500 mortes anuais”, diz o coordenador nacional da campanha, Wagner Nogueira da Silva.

Silva diz que quem sobrevive ao acidente muitas vezes passa a conviver com sequelas. “Muitas [sequelas] impedem a volta ao trabalho e também a execução de tarefas básicas do dia a dia”.

O material informativo ainda ressalta que o ciclista deve dirigir sempre com cuidado, prestando atenção aos veículos maiores. “Sinalize sempre os movimentos. Não ande em corredor para ônibus. Opte por ciclovias e ruas menos movimentadas e haja como determina o Código Brasileiro de Trânsito”, alerta Silva.

FONTE: SUL 21

 

 

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