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21 de Novembro, 2013

Trabalhadores poderão ir à justiça para recuperar perdas do FGTS

 

Trabalhadores e trabalhadoras, aposentados ou não, poderão recuperar perdas relativas ao

Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) a contar de 1999. Isto porque, desde 1991,

o governo federal passou a utilizar a Taxa Referencial (TR) como índice oficial para corrigir as

contas do FGTS. Contudo, a partir de 1999, tudo que foi corrigido pela TR ficou abaixo do

índice de inflação. Ou seja, o governo federal deixou de aplicar a devida correção conforme

os índices da inflação anual.

 

PERDAS SINGNIFICATIVAS

Estudos do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócio- Econômicos (Dieese) apontam perdas que podem chegar a 88%. A explicação para tal prejuízo é a redução da TR a partir de 1999, quando o dinheiro dos trabalhadores começou a ficar defasado. Tanto que a TR chegou a zero em 2012, ou seja, o dinheiro dos trabalhadores que está no FGTS não teve a correção devida.

AÇÃO JUDICIAL

Para recuperar essa correção, os profissionais da Saúde de Caxias do Sul e região devem buscar auxílio jurídico. Para tanto, o Sindisaúde firmou parceria com vários advogados da área trabalhista, visando atender os trabalhadores interessados em ingressar com ações judiciais. Todos os trabalhadores que tiveram e/ou tenham algum saldo em sua conta vinculada do FGTS entre 1999 e 2013, aposentados ou não, tem o direito de reaver as perdas provocadas pela correção da TR no período.

Confira as advogadas que poderão ajuizar ações para os trabalhadores da categoria:

Ana Paula Luciano – rua Dr. Montaury, 1128, sala 62 – 6º andar, Caxias do Sul. Fone: (54) 3225 1237.

Bruna Marin e Carine Scussel – rua Cândido Costa, 65, sala 1407, Bento Gonçalves. Fone: (54) 9991 4477 / 9633 9356. Em Garibaldi pelo telefone (54) 8427 8360.

Regina Santos e Fernanda Bonetto – rua Tronca, 2013, 2º andar, Caxias do Sul. Fone: 3208 1215 / 3228 1111.

 

Documentos Necessários

 

  *  Cópia da Cédula de Identidade;

 

  *  Cópia do comprovante de Residência;

 

  *  Cópia do PIS ou PASEP (cópia da página da Carteira Profissional, onde o número do PIS está anotado);

 

  *  Extrato do FGTS, fornecido pela Caixa Econômica Federal desde dezembro de 1998 até os dias atuais;

 

  *  Carta de Concessão da aposentadoria (no caso dos aposentados).

 

 

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